Banca de DEFESA: RAFAELA CASSIANO MATOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RAFAELA CASSIANO MATOS
DATA : 27/02/2025
HORA: 09:00
LOCAL: Online
TÍTULO:

ANÁLISE DA EFICÁCIA DE DIFERENTES MÉTODOS DE ALIMENTAÇÃO ARTIFICIAL NO DESENVOLVIMENTO DE POPULAÇÕES DE AEDES AEGYPTI (LINNAEUS) E AEDES ALBOPICTUS (SKUSE) (DIPTERA: CULICIDAE) DE LABORATÓRIO E CAMPO.


PALAVRAS-CHAVES:

Alimentação artificial; Biologia de vetores; Aedes albopictus ; Aedes aegypti; Membranas; Estabelecimento de colônias; Campo; Laboratório.


PÁGINAS: 45
RESUMO:

Os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus são vetores primário e secundário, respectivamente, de arboviroses como dengue, Zika, Chikungunya e febre amarela, representando sérias ameaças à saúde pública global. Originalmente restritos a regiões tropicais, esses vetores têm expandido sua distribuição geográfica devido a mudanças climáticas, urbanização e globalização, aumentando o risco de epidemias. Com isso, a manutenção e estabelecimento de colônias laboratoriais se tornam essenciais para estudos que aprofundem o conhecimento sobre a biologia desses mosquitos. Métodos artificiais, como o Hemotek® e placas de Petri com membranas orgânicas ou sintéticas, têm sido desenvolvidos como alternativas à alimentação para as fêmeas desses vetores.Diante disso, este estudo avaliou a eficácia desses métodos na alimentação de fêmeas de Aedes aegypti e Aedes albopictus, analisando parâmetros como fecundidade, fertilidade e taxa de eclosão. Foram estabelecidas colônias a partir de populações de campo e laboratório, mantidas em condições controladas de temperatura, umidade e fotoperíodo. Cinco métodos de alimentação foram testados: Hemotek® com membrana orgânica (HT+MO) ou Parafilm® (HT+PF), placa de Petri com membrana orgânica (PP+MO) ou Parafilm® (PP+PF), e camundongos anestesiados (CM) como controle. Para Aedes aegypti, as populações de laboratório apresentaram maior fecundidade e fertilidade em comparação às de campo, mas os métodos de alimentação não influenciaram significativamente esses parâmetros. No campo, o método HT+MO foi mais eficaz, enquanto no laboratório, o HT+PF obteve melhores resultados. A taxa de eclosão variou, com o método PP+PF destacando-se no campo e o HT+MO no laboratório. Para Aedes albopictus, a origem das colônias não impactou significativamente os resultados, mas os métodos de alimentação sim. O HT+MO foi comparável ao CM em fecundidade, enquanto o PP+MO foi superior em populações de laboratório. Ambos os métodos com membranas orgânicas foram preferidos, refletindo o comportamento natural dos mosquitos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - ***.976.374-** - MARCELO HENRIQUE SANTOS PAIVA - UFPE
Interno - JOSE DIJAIR ANTONINO DE SOUZA JUNIOR
Externa à Instituição - MARIA ALICE VARJAL DE MELO SANTOS
Notícia cadastrada em: 05/02/2025 06:22
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