Banca de DEFESA: LUCIANA PEREIRA DAMAS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : LUCIANA PEREIRA DAMAS
DATA : 19/07/2024
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de Seminários do PPGZ, DZ, UFRPE
TÍTULO:

ESTRATÉGIAS DE MANEJO DE CORTE NA CUNHÃ (Clitoria ternatea L.): IMPACTO NA MORFOLOGIA, PRODUTIVIDADE, VALOR NUTRITIVO E FIXAÇÃO DE N2

 

PALAVRAS-CHAVES:

Composição bromatológica. Digestibilidade. Frequência de colheita. Intensidade de colheita. Leguminosa forrageira. N fixado. Produção de forragem.


PÁGINAS: 49
RESUMO:

O cultivo de leguminosas forrageiras permite reduzir a necessidade de fertilizantes nitrogenados, devido a fixação biológica no nitrogênio, diminuindo as emissões de N2O. O estudo das respostas das leguminosas forrageiras ao manejo de corte pode estimular sua adoção nos sistemas de produção de forragem. Objetivou-se avaliar a Cunhã (Clitoria ternatea L.) sob diferentes frequências (60, 75, 90 e 105 dias) e intensidades de corte (5, 10 e 20 cm). O experimento foi realizado em região de clima tropical seco, no Nordeste do Brasil (7°51’133”S e 35°14’102”W), ao longo de dois anos. O delineamento experimental foi blocos casualizados, em parcelas subdivididas com quatro repetições. A intensidade de corte não influenciou o valor nutritivo da cunhã. A menor intensidade de corte (20 cm) promoveu maior desenvolvimento da parte aérea das plantas (49 e 55 cm de altura e largura de planta), comparada a menor intensidade (5 cm), bem como não afetou o N derivado do ar (cerca de 80%) entre as frequências de corte.  A produção de forragem anual (6600 kg de MS ha-1 ano-1), nas intensidades de 10 e 20 cm, o N fixado por ano (226 kg de N ha-1 ano-1), na intensidade de 20 cm, assim como a proporção de folhas (50%), relação folha/caule (2,5), teor de proteína bruta (232 g kg-1 de MS) e digestibilidade in vitro da MS (524 g kg-1 de MS), foram maiores na frequência de 60 dias, notadamente quando comparada a frequência de 105 dias. A corte a cada 60 dias, nas intensidades de 10 ou 20 cm, é recomendada para a Cunhã, considerando maior quantidade de N fixado por ano e maior produção de forragem anual, com melhor valor nutritivo, dada maior participação de folhas e relação folha/caule na forragem colhida. Esta estratégia de manejo de corte não apenas pode melhorar a eficiência produtiva do sistema de produção e a dieta animal, mas também beneficiar a fixação biológica de N2, intensificando a disponibilidade de nitrogênio no solo ao longo do tempo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - MARCIO VIEIRA DA CUNHA
Interno - VALDSON JOSE DA SILVA
Externa à Instituição - DANIELE REBOUÇAS SANTANA LOURES - UFRB
Notícia cadastrada em: 22/07/2024 11:33
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