Banca de DEFESA: CLAUDIA MACIEL FERREIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CLAUDIA MACIEL FERREIRA
DATA : 20/05/2022
HORA: 08:00
LOCAL: Google meet
TÍTULO:

EFEITO DO ESPAÇAMENTO DE PLANTIO E MANEJO DE CORTE SOBRE A MORFOLOGIA E PRODUTIVIDADE DA PALMA ORELHA DE ELEFANTE MEXICANA (Opuntia spp.)


PALAVRAS-CHAVES:

altura da planta, largura da planta, número de cladódios, produção de matéria seca.


PÁGINAS: 33
RESUMO:

A palma Orelha de Elefante Mexicana (Opuntia sp.) tem sido bastante utilizada na região do Nordeste do Brasil, em virtude de ser resistente a cochonilha do carmim. Assim, é importante definir estratégias de plantio e manejo de corte para esta cultivar. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da intensidade de corte (preservação do cladódio mãe ou primários) e espaçamento de plantio (1,80 m x 0,10 m; 1,80 m x 0,20 m; 1,80 m x 0,40 m; 1,80 m x 0,80 m.) sobre a morfologia e produtividade da palma Orelha de Elefante Mexicana. O experimento foi realizado em Arcoverde, Pernambuco, Brasil. Os tratamentos foram casualizados em blocos com parcela subdividida, com quatro repetições. A parcela principal foi formada pelos espaçamentos de plantio e as subparcelas pelas intensidades de corte. Os dados da colheita de 2020 foram submetidos a ANOVA e as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Foi realizada a análise de componentes principais realizada no software RStudio (RStudio 2022.02.0 Build 443). A intensidade de corte preservando os cladódios primários em comparação a manutenção dos cladódios-mãe favoreceu maior altura da planta (95,12 cm vc. 63,28), comprimento do cladódio (32,49 vs. 29,57 cm), largura do cladódio (19,82 vs. 17,37 cm), área do cladódio (499,91 vs. 407,87 cm²), índice de área foliar (3,06 vs. 1,33), produção de matéria verde (199,4 vs. 95,8 t ha -1 .ano-1), produção de matéria seca (18,8 vs. 9,2 t ha -1 .ano-1), acúmulo de água da cultura (180,5 vs. 86,6 t ha -1 .ano-1), eficiência de uso da água da chuva (22,1 vs. 11.4 kg de MS mm-1). O espaçamento de 1,8 m x 0,40 m promoveu plantas com maior os demais espaçamentos, produção de matéria verde (198 t ha -1 .ano-1), acúmulo de água da cultura (179,1 t ha -1 .ano-1 ), eficiência de uso da água da chuva 23,8 kg de MS mm-1) e produção de matéria seca (18,9 t ha -1 .ano-1) que não deferiu do resultado obtido no espaçamento de 1,8 m x 0,80 m (13,4 t ha -1 .ano-1).  Os espaçamentos de 1,8 m x 0,80 m e 1,8 m x 0,40 m favoreceram maior altura de planta (85,26 e 84,41 cm, respectivamente) e largura de cladódio (20,34 e 19,98 cm, respectivamente). O maior índice de área de cladódio (3,09) foi obtido no espaçamento de 1,8 m x 0,10 m e 1,8 m x 0,20 m, sendo que este ultimo não deferiu dos demais. Nos espaçamentos de 1,8 m x 0,80 m e 1,8 m x 0,40 m quando os cladódios primários foram preservados os maiores resultados obtidos para as características largura da planta (131,31 e 119,00 cm, respectivamente), área fotossintética total (33642,99 e 25248,73 cm2, respectivamente) e número total de cladódios (57,88 e 46,0 respectivamente). O maior espaçamento de plantio promoveu maior produção de matéria seca por planta (2941,6). A preservação dos cladódios primários na colheita proporciona o desenvolvimento de plantas maiores e mais largas, com maior área de cladódio, maior produtividade e maior acúmulo de água pela Orelha de Elefante Mexicana. O espaçamento de plantio de 1,8 m x 0,40 m favorece maior produtividade da palma forrageira Orelha de Elefante Mexicana.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 3514546 - MARCIO VIEIRA DA CUNHA
Interna - 385004 - MERCIA VIRGINIA FERREIRA DOS SANTOS
Externo ao Programa - 1757943 - THIERES GEORGE FREIRE DA SILVA
Notícia cadastrada em: 06/05/2022 07:32
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