Universidade Federal Rural de Pernambuco Recife, 23 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: COORDENAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS-PRPG (11.01.29.17.47)
Código: CCCS00010
Nome: SOCIEDADES CAMPONESAS
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Principais fundamentos da especificidade econômica e social das sociedades camponesas. Teorias clássicas do campesinato e tendências recentes nos estudos rurais. Análise de formas concretas de existência do campesinato no Nordeste.
Referências: Bibliografia básica: ALMEIDA, M. W.B. Narrativas agrárias e a morte do campesinato, RURIS, vol. 1 , nº 2, set. 2007, disponível em: http://www.ifch.unicamp.br/ceres/ruris 1-2- ensaio1.pdf BOURDIEU, P. - "Célibat et Condition Paysanne”. Études Rurales, 5-6, 1962, pp. 32-109. BOURDIEU, P. – « La Société Traditionnelle: attitudes à l’égard du temps et conduite économique”. In: Sociologie du Travail, n.l, 1963, pp. 24-44. BOURDIEU, P. – « La Société Traditionnelle: attitudes à l’égard du temps et conduite économique”. In: Sociologie du Travail, n.l, 1963, pp. 24-44. Em inglês: “The attitude of the Algerian peasant toward time”. In: Mediterranean Countrymen, J. Pitt-Rivers ed. Paris: Mouton, 1963, pp. 55-72, CÂNDIDO, Antônio. Parceiros do Rio Bonito. São Paulo: Duas Cidades, 1971. CARNEIRO, M.J. (Org.) Ruralidades Contemporâneas. Modos de viver e pensar o rural na sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012. GEERTZ, C. – “Form and Variation in Balinese Village Structure”. In: POTTER et. al.: Peasant Society: a Reader. Op. Cit., pp.255-278. ............................................... BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAYANOV, A. V. Sobre a teoria dos sistemas econômicos não capitalistas. In: SILVA, José Graziano da; STOLCKE, Verena (Orgs.). A Questão Agrária - Weber, Engels, Lenin, Kautsky, Chayanov, Stalin. São Paulo: Brasiliense, 1981. CHAYANOV, A. V. – “On the Theory of Non-Capitalist Economic Systems”. In: The Theory of Peasant Economy. Homewood, Illinois: The American Economic Association/Richard Irwin, 1966, pp. 1-28. GODOI, E.P. de; MENEZES, M.A.; MARIN, R.A. Diversidade do campesinato: expressões e categorias. Construções Identitárias e sociabilidades. São Paulo: UNESP; DF: NEAD, 2009. HEREDIA, B.. A morada da vida. Rio de Janeiro : Paz e Terra , 1999. COMERFORD, J. C. Fazendo a luta: sociabilidade, falas e rituais na construção de organizações camponesas. Rio de Janeiro: Relume Dumará: Núcleo de Antropologia da Política, 1999. COMERFORD, J. C. Como uma Família. Sociabilidade, territórios de parentesco e sindicalismo rural. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003 FORTES, M. – “Introduction”. In: The Developmental Cycle in Domestic Groups, Jack Goody ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1969 (1958), pp. 1-14. GARCIA JUNIOR, A. Terra de Trabalho, Trabalho Familiar e Pequenos Produtores. R.J. Ed. Paz e Terra, 1983. Cap. 1. Pp.58-100. PALMEIRA, Moacir. Diferenciação social e participação política do campesinato: primeiras questões. Mimeo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&pid=S0104- 9313201400020037100096&lng=en

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